Raposa

  • Missas

    - Sábado, 14:30h | Igreja Paroquial (no horário de Inverno, só no primeiro domingo de cada mês)
    - Sábado, 18:00h | Igreja Paroquial (no horário de Verão, só no primeiro domingo de cada mês)
    - Domingo, 15:00h | Igreja Paroquial (no horário de Inverno, excepto primeiro domingo de cada mês)
    - Domingo, 17:00h | Igreja Paroquial (no horário de Verão, excepto primeiro domingo de cada mês)

  • Sobre

    De raízes remotas, o lugar da Raposa nasce à sombra do antigo convento dominicano, designado Convento da Serra. O Convento de Nossa Senhora da Serra foi fundado por D. Manuel I, em 1513, quando D. João, Príncipe Regente, tinha doze anos de idade. Em 1501, o mesmo monarca já havia doado à Ordem Dominicana de Santarém, a capela do mesmo orago.

     

    Entre os bens deste convento, que quase todos se perderam, estavam um quadro com os retratos de D. Manuel, a rainha D. Maria e todos os seus filhos, o Cardeal-Rei ladeado por Baltazar de Faria e Simão da Veiga, e o Senhor Jesus da Serra, que se encontra na igreja paroquial de Almeirim.

     

    Por aqui, também pernoitou Filipe II, quando visitou Portugal. Hoje do convento resta unicamente o pórtico.

     

    Segundo opinião generalizada, o topónimo relaciona-se com a existência de muitas raposas na zona, o que a tornava um local privilegiado para caçadas. Há também lendas que corroboram esse facto, como a lenda da raposa branca que não se deixava caçar.

     

    A paróquia da Raposa, é, pois, uma das mais antigas desta zona, e nela estava integrado muito do território, agora pertencente a Paço dos Negros, da paróquia de Fazendas de Almeirim.

     

    Em termos de património de interesse artístico e histórico, menciona-se a imagem de Cristo Crucificado, possivelmente originária do Convento da Serra e ainda a imagem de Santo António com algum valor. De realçar que nesta Paróquia existe livro de «Role de confessados», a partir de 1746.