Fazendas de Almeirim

  • Missas

    - Quinta-Feira, 19:15h | Igreja Paroquial
    - Sexta-Feira, 19:15h | Igreja Paroquial
    - Domingo, 09:30h | Igreja Paroquial
    - Domingo, 11:00h | Igreja de Paço dos Negros (excepto entre Julho e Setembro)
    - Domingo, 08:00h | Igreja de Paço dos Negros (somente entre Julho e Setembro)
    - Domingo, 17:30h | Igreja de Marianos (no horário de Inverno)
    - Domingo, 18:30h | Igreja de Marianos (no horário de Verão)

  • Sobre

    Tal como o topónimo indica, o lugar tomou o nome das fazendas, isto é, das terras de cultivo dos habitantes de Almeirim. No início do século XX, surgiram as primeiras habitações, algumas delas nas cercanias das fazendas. Com o decorrer do tempo, a construção alargou-se e deu origem a um significativo aglomerado de casas. Das freguesias do concelho de Almeirim, foi esta, sem dúvida, a que mais se distinguiu pelo seu desenvolvimento.

     

    Fazendas de Almeirim, Paço dos Negros e Marianos constituem a freguesia. A população vive, fundamentalmente, da agricultura, da construção civil e da restauração. A paróquia foi criada a 16 de Setembro de 1959 e tem S. José como orago.

     

    Como lugares de culto, há a igreja paroquial da Sagrada Família e a igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Paço dos Negros, ambas com celebração habitual. A capela de São José, em Fazendas de Almeirim, construída entre 1940 e 1942 e que foi igreja paroquial até 1975, não tem hoje celebração habitual. A nova igreja paroquial foi construída em 1974/75 e esteve confiada às Irmãs Franciscanas da Mãe do Divino Pastor de 1976 a 1991, com a celebração dos Sacramentos a cargo do Pároco de Benfica do Ribatejo.

     

    A comunidade de Paço dos Negros, já com alguma autonomia, inaugurou, a 20 de Dezembro de 1992, a sua igreja. A outra localidade, Marianos, começou a ter lugar de culto em 8 de Dezembro de 2000.

     

    Refira-se que a toponímia de Paço dos Negros teve origem num antigo palácio também conhecido por Paço da Ribeira de Muge, construído no reinado de D. Manuel I, para onde alguns negros foram trabalhar. Das suas ruínas resta somente o pórtico.