Torres Novas

  • Missas

    - Quinta-Feira, 16:15h | hospital Rainha S. Isabel
    - Domingo, 09:00h | S. José de Cluny
    - Domingo, 09:00h | Marruas
    - Domingo, 09:30h | Mosteiro de S. Bento
    - Domingo, 10:30h | Igreja do Carmo
    - Domingo, 10:30h | Bom Florido
    - Domingo, 10:30h | Carvalhal da Aroeira
    - Domingo, 12:00h | Igreja de S. Pedro
    - Domingo, 18:00h | Igreja de Santiago
    - Sábado, 18:00h | Igreja de S. Pedro
    - Sábado, 16:00h | Carreiro da Areia
    - Sábado, 19:00h | Alcorriol
    - Sábado, 19:00h | Rodrigos
    - Segunda-Feira, 09:30h | Igreja de Santiago
    - Terça-Feira, 09:30h | Igreja de Santiago
    - Quinta-Feira, 09:30h | Igreja de Santiago
    - Quinta-Feira, 19:00h | Igreja de Santiago
    - Sexta-Feira, 09:30h | Igreja de Santiago
    - Sábado, 09:30h | Igreja de Santiago (1º sábado do mês)
    - Quarta-Feira, 09:30h | Igreja do Salvador
    - Segunda-Feira, 18:30h | S. José de Cluny
    - Terça-Feira, 18:30h | S. José de Cluny
    - Quarta-Feira, 18:30h | S. José de Cluny
    - Quinta-Feira, 18:30h | S. José de Cluny
    - Sexta-Feira, 18:30h | S. José de Cluny
    - Sábado, 09:30h | S. José de Cluny (2º e 5º sábado do mês)
    - Segunda-Feira, 17:00h | Mosteiro de S. Bento
    - Terça-Feira, 10:00h | Mosteiro de S. Bento
    - Quarta-Feira, 10:00h | Mosteiro de S. Bento
    - Quinta-Feira, 17:00h | Mosteiro de S. Bento
    - Sexta-Feira, 10:00h | Mosteiro de S. Bento
    - Sábado, 09:30h | Capela de S. António (3º sábado do mês)
    - Segunda-Feira, 18:00h | Igreja da Misericórdia
    - Terça-Feira, 18:00h | Igreja da Misericórdia
    - Quarta-Feira, 18:00h | Igreja da Misericórdia
    - Quinta-Feira, 18:00h | Igreja da Misericórdia
    - Sexta-Feira, 18:00h | Igreja da Misericórdia

  • Sobre

    A cidade de Torres Novas tem quatro paróquias que funcionam como uma unidade pastoral.

    A paróquia do Divino Salvador é a paróquia mais antiga da Cidade, e guarda a primitiva ermida de S. Jorge, de abóbada nervurada, mística da igreja e hoje usada como sacristia. O templo actual, que se supõe do século XIII, sofreu profundas remodelações nos séculos XVII e XVIII. Esta tem por orago o Santíssimo Salvador do Mundo, cuja pequena escultura de pedra se anicha no prospecto do templo acima do óculo. Data de 1550 o primeiro assento paroquial.

    Do património artístico, destaca-se a igreja do Salvador com o azulejamento seiscentista das paredes da nave e da capela-mor e dois painéis cerâmicos de adoração ao Santíssimo Sacramento; a talha dourada de fins do século XVII, princípios de XVIII, do púlpito e dos retábulos dos altares maior e colaterais; os tectos de masseira apainelados, com pinturas polícromas do século XVIII do cartório e da dependência que se lhe opõe; as imagens setecentistas de Santa Luzia e de Nossa Senhora do Rosário, de madeira policromada e estofada; o belo conjunto escultórico, também setecentista, de Nossa Senhora da Piedade, igualmente de madeira policromada e estofada, posto em bela tribuna de talha dourada; os sinos de 1760 e 1806; um Cristo Crucificado, e um Cristo Ressuscitado pintado sobre tábua.

    Na capela de Alcorriol é de assinalar o Cruzeiro de 1649 e as imagens de Santa Bárbara, quinhentista, de pedra pintada, e de Santo António, seiscentista, de madeira pintada de preto e decorada a ouro.


    A paróquia de S. Maria teve a sua sede na igreja de Santa Maria do Castelo ou Santa Maria de Alcárcova, demolida em 1973/1974. Desde então, os serviços funcionam na igreja de Santiago. Situava-se adentro das muralhas da Cerca e tinha por orago Nossa Senhora da Expectação ou do Ó, cuja imagem quatrocentista, de pedra policromada, se encontra no Museu Municipal de Torres Novas. De instituição remota, a paróquia tem no ano de 1585 o primeiro registo paroquial conhecido.

    Como património, é de mencionar os templos e o conjunto escultórico de Santa Ana com a Virgem, setecentista, de terracota policromada e estofada, e as imagens de madeira policromada e estofada de S. Cristóvão, século XVII, S. José, século XVII, e Santo António, séculos XVII ou XVIII, todas em depósito no Museu Municipal de Torres Novas; o silhar de azulejos setecentistas, de figura, da capela do Carril; as imagens de S. Domingos, Nossa Senhora das Neves e Nossa Senhora da Graça, quinhentistas, de pedra, e o conjunto escultórico da Santíssima Trindade, seiscentista, de madeira policromada, da capela de Marruas; e, finalmente, o Cruzeiro de 1757, de Marruas.

    A paróquia de Santiago tem como registo paroquial mais antigo a data de 1531. No entanto, terá sido D. Afonso Henriques a erigir capela votiva a Santiago em 1148, à qual D. Sancho I acrescentou igreja em 1203. Mas o templo sofreu transformações como o atestam diversas datas nele inscritas: 1626 na Cruz do vértice do prospecto, 1689 na porta principal, 1693 na parede exterior da capela-mor, 1793 no pórtico renascentista da capela do Senhor Jesus, 1876 no pórtico da capela do Santíssimo Sacramento.
    Quanto à arte, deve-se registar na paroquial o púlpito, o altar-mor, o retábulo e o sacrário de talha dourada setecentista. Há ainda a capela do Senhor Jesus revestida de azulejos de figura do século XVII; órgão dourado, de tubeiras, de 1798; imagens de Nossa Senhora da Conceição, setecentista, de madeira policromada e estofada, de Santiago, seiscentista, de madeira estofada, e de S. Brás, também seiscentista, de pedra policromada; conjunto escultórico de S. José e Jesus Infante, do século XVIII, de madeira policromada e estofada; pias de água-benta, quinhentistas, ricamente trabalhadas; sinos de 1788 e 1804.

    Na paróquia de S. Pedro, a igreja que toma o nome do Padroeiro terá sido construída no terceiro quartel do século XIV e encerra em si, como relíquia, a primitiva capela da Santíssima Trindade, na qual se ergue arca tumular do seu fundador com lápide de 1375. É a paroquial de Torres Novas que mais sofreu com o terramoto de 1755 e com a ocupação dos Franceses. Tem em 1545 o seu primeiro registo paroquial.

    Do seu património destacam-se os templos e na paroquial, as quatro tábuas quinhentistas, pintadas a óleo, de S. Paulo, Santa Marta, S. Jorge e Santa Apolónia, os quadros seiscentistas, de tela pintada a óleo, de Esponsais da Virgem, Anunciação, Nascimento de Jesus e Adoração dos Magos, e o retábulo de tela setecentista da capela-mor com a Coroação de Nossa Senhora.