Alpiarça

  • Missas

    - Segunda-Feira, 19:00h | Igreja Paroquial (no horário de Verão)
    - Segunda-Feira, 18:00h | Igreja Paroquial (no horário de Inverno)
    - Quarta-Feira, 10:30h | Igreja Paroquial
    - Sexta-Feira, 10:30h | Igreja Paroquial
    - Sábado, 19:00h | Igreja Paroquial
    - Domingo, 11:30h | Igreja Paroquial
    - Domingo, 15:00h | Igreja do Frade de Cima (de 15 em 15 dias; quando não há missa, há Celebração da Palavra)
    - Domingo, 15:00h | Igreja do Casalinho (de 15 em 15 dias; quando não há missa, há Celebração da Palavra)

  • Sobre

    Situada na extensa planície da margem esquerda do Tejo, o nome da vila de Alpiarça surge da aglutinação dos vocábulos AL, de origem árabe, com Pearça, de origem latina, e que é nome do rio que passa junto desta povoação. Em 1295, nas inquirições de D. Dinis, encontra-se a primeira referência conhecida a Alpiarça. Contudo, remonta a épocas muito mais antigas a descoberta de vestígios históricos que certificam a permanência, há mais de dez mil anos, de uma comunidade do paleolítico inferior, assim como, mais tarde, a existência de uma via romana que ligava Lisboa a Mérida.

     

    No fim da monarquia em Portugal, Alpiarça surge com maior relevância, visto que é nesta vila que o grande estadista português, José Mascarenhas Relvas, fixa a sua residência, onde se realizam importantes comícios de propaganda republicana. O seu gosto por esta vila leva-o a legar à Edilidade a sua casa, tornando-a Casa Museu, a Casa dos Patudos, hoje considerada ex-libris da vila.

     

    A paróquia foi criada em 1826 aquando da «Organização do Distrito Administrativo de Santarém», elevada a vila em 1906 e a concelho em 1914.

     

    Em termos de património cultural, mencionam-se as estações arqueológicas do Concelho, a Casa Museu dos Patudos e a igreja paroquial, de que Santo Eustáquio é orago. Edificado em 1889, este templo amplo de nave única, com tectos de estuque e sete capelas, tem nos altares laterais painéis de tela, dos finais do século XVIII. A estes juntam-se mais quatro, de grandes dimensões, pertencentes à mesma série. Existe, ainda, uma tela maneirista do século XVII, de grande importância artística, e imagens de valor, com alguma antiguidade.