Alcanhões

  • Missas

    - Quarta-Feira, 19:00h | Igreja Paroquial
    - Sexta-Feira, 19:00h | Igreja Paroquial
    - Domingo, 10:30h | Igreja Paroquial

  • Sobre

    Constituída por uma única localidade, a de Alcanhões, a freguesia foi criada a 6 de Outubro de 1852 e ocupa a área de 11,44 km2.

     

    A igreja matriz dedicada a Santa Marta, é lugar de culto com celebração habitual. É também lugar de culto, mas sem celebração habitual, a capela de Nossa Senhora das Maravilhas.

     

    A paroquial de Santa Marta é de uma só nave sem arco triunfal, com o altar-mor ao topo, forrado a ouro, entre dois altares menores. As paredes encontram-se inteiramente revestidas de azulejos seiscentistas, dos tipos padrão e tapete, a azul e amarelo. O púlpito dos séculos XVI ou XVII, é de pilares e colunas jónicas com caneluras e corrimão lavrado.

     

    São também dignos de nota uma Virgem esculturada de madeira, com o Menino ao colo e uma flor na mão, invocada com o título de Nossa Senhora da Rosa (século XVI); S. Sebastião, de feição popular, de pedra (século XV); Santa Marta, em painel de pintura a óleo sobre tela (século XVIII).

     

    Na pequena ermida de Nossa Senhora das Maravilhas, a atenção vai para a imagem de São Benedito de Palermo (século XVIII), e para um ex-voto a Nossa Senhora das Maravilhas (século XIX). A imagem original de Nossa Senhora das Maravilhas e a escultura da Santíssima Trindade, de pedra, quinhentista, encontram-se presentemente no Museu Diocesano de Santarém. A imagem da Senhora é muito venerada pela população de Alcanhões e lugares próximos e tem festa na Natividade de Nossa Senhora, a 8 de Setembro.

     

    Conta o povo que o local, onde hoje está a capela, era um campo de giestas, entre as quais foi encontrada uma imagem de Nossa Senhora que, colocada depois noutro lugar, voltava sempre para o meio das giestas. Por isso, o povo decidiu erguer-lhe aqui uma capela para receber a imagem. Esse templo seria muito mais belo e harmonioso, mas foi posteriormente destruído e deu origem ao actual que não reproduz a primitiva beleza.